
Deinosuchus spp
Crocodiliano gigante do grupo dos Neosuchia, proveniente de rochas do Cretáceo (aprox. 90 Ma) da América do Norte. Teve filogenia e paleoecologia revisadas em 2025, com participação de Ana Laura Paiva.

Crocodiliano gigante do grupo dos Neosuchia, proveniente de rochas do Cretáceo (aprox. 90 Ma) da América do Norte. Teve filogenia e paleoecologia revisadas em 2025, com participação de Ana Laura Paiva.

Flora de espermatófitas comum em ambientes áridos do final do Triássico (aprox. 220 Ma). Revisada em 2024 para o afloramento Passo das Tropas, Santa Maria-RS, por Josi Manfroi e colegas.

Réptil arcossauro do grupo dos lagerpetídeos proveniente de rochas do Triássico (aprox. 220 Ma) do Texas, EUA. Caixa craniana e endocast descritos em 2023 por Mario Bronzati, Max Langer e colaboradores.

Carnívoro mustelídeo vivente (Irara). Fósseis do Quaternário do Acre foram descritos em 2019 por Paulo Ricardo Lopes e Annie Hsiou.

Grupo de répteis marinhos do Mesozoico. Coluna vertebral quase completa do Cretáceo da Síria foi descrita em 2024 por Wafa Alhalabi, Max Langer e colaboradores. Arte de Júlia Oliveira.

Jacaré do grupo dos Alligatoridae, do Eoceno (aprox. 40 Ma) da Patagônia, Argentina. Descrito originalmente por G. G. Simpson em 1933; redescrito por Pedro Godoy, Felipe Montefeltro, Giovanne Cidade e Max Langer em 2020.

Serpente do grupo dos Booidea, do Eoceno (aprox. 40 Ma) da Alemanha (Geiseltal). Descrito em 2023 por equipe incluindo Silvio Onary. Arte de Márton Szabó.

Crocodilo do grupo dos Peirosauridae, do Cretáceo (aprox. 90 Ma) da região de Catanduva-SP. Descrito em 2024 com colaboração de Max Langer e vários ex-paleolabers. Arte de Guilherme Gehr.

Arcossauro do grupo dos Silesauridae, do Triássico (aprox. 220 Ma) do meio-oeste dos EUA. Sua histologia dentaria foi descrita por Gabriel Mestriner, Max Langer e Júlio Marsola em 2021.

Cinodonte traversodontídeo do Triássico (aprox. 230 Ma) de La Rioja, Argentina. Novos exemplares descritos em trabalho faunístico de 2020 com participação de Max Langer.

Roedor do grupo dos caviomorfos do Mioceno (aprox. 10 Ma) das margens do Rio Acre. Descrito em 2017 por Marcos Bissaro, Annie Hsiou e colegas da UFSM e UFAC.

Dinossauro do grupo dos herrerassauros, procedente de rochas do Triássico (aprox. 230 Ma) de São João do Polêsine-RS. Descoberto por Sérgio Cabreira, descrito em 2019 por equipe do CAPPA/UFSM, com participação de Max Langer.

Dinossauro do grupo dos Saurischia do Triássico (aprox. 220 Ma) das regiões de Candelária e Faxinal do Soturno, RS. Descoberto por José Bonaparte em 1998, redescrito por Max Langer, Jonathas Bittencourt e colaboradores em 2011.

Serpente do grupo dos Booidea, do Oligoceno (aprox. 30 Ma) de Wyoming. Descrito com participação de Silvio Onary em 2024.

Tubarões de médio porte do final do Paleozóico e Mesozoico. Dentes e espinhos do Permiano (aprox. 250 Ma) da Serra do Cadeado-PR foram estudados durante o mestrado de Carolina Laurini.

Dinossauromorfo do grupo dos Lagerpetidae do Triássico Superior (aprox. 230 Ma) de São João do Polêsine-RS. Descrito em 2016 por Max Langer, Júlio Marsola e colaboradores.

“Anfíbio” temnospôndilo coletado em rochas do Permiano Superior (aprox. 255 Ma) de São Gabriel-RS. Descrito por equipe do CAPPA/UFSM com colaboração de Estevan Eltink.

Rincocefálio coletado em rochas do Triássico (aprox. 220 Ma) de Faxinal do Soturno-RS. Descrito com participação de Annie Hsiou em 2020.

Dinossauro “prosaurópodo” do Jurássico Inferior (aprox. 190 Ma) da África do Sul. Descrito por Blair McPhee e colaboradores em 2018.

Arcossauro da linhagem dinossauriana do Triássico (aprox. 240 Ma) do noroeste Argentino. Revisto por Jonathas Bittencourt, Max Langer e colaboradores.

Dinossauro sauropodomorfo procedente de rochas do Triássico (aprox. 220 Ma) de Agudo-RS. Descrito em 2018 por Max Langer e pesquisadores do CAPPA/UFSM.

Saurópodo do grupo dos titanossauros do Cretáceo (aprox. 75 Ma) do Triângulo Mineiro. Novos materiais descritos em 2016 por Julio Marsola, Max Langer, Annie Hsiou e colegas.

Dinossauro do grupo dos sauropodomorfos proveniente de rochas do Triássico (aprox. 230 Ma) do Zimbabwe. Descrito em 2022 por equipe internacional com particiipação de Max Langer. Na imagem: reconstituição por Mingau.

Trilobita do grupo dos Calmoniidae do Devoniano (aprox. 400 Ma) da Bacia do Paraná. Várias espécies foram estudadas por Fábio Carbonaro em sua tese de doutorado.

Dinossauro do grupo dos Coelurosauria do Cretáceo (aprox. 120 Ma) da Formação Romualdo, Chapada do Araripe, Ceará. Revisado por Rafael Delcourt, Max Langer e colaboradores em 2025.

Jacarés do grupo dos Caimaninae do Mioceno (aprox. 10 Ma) da Formação Urumaco, Venezuela. Descritos entre 2017-18 por Giovanne Cidade e Annie Hsiou.

Roedor do grupo dos Caviomorpha, conhecido como “Ratão-do-Banhado”. Foi estudado à partir de fósseis pleistocênicos da Gruta Ioiô, Capada Diamantina-BA, usados para estração de biomoleculas do esmalte em trabalho publicado em 2021.

Jacaré do grupo dos Caimaninae do Paleoceno (aprox. 60 Ma) da Formação Salamanca, Argentina. Revisado em 2019 por Giovanne Cidade e Annie Hsiou.

Lagarto do grupo dos Paramacellodidae do Cretáceo (aprox. 135 Ma) da Formação Quiricó, norte de Minas Gerais. Descrito em 2020 por Jonathas Bittencourt, Max Langer e colaboradores.

Pequeno dinossauro do Triássico (aprox. 230 Ma) da região de Santa Maria-RS. Descrito por Júlio Marsola, Max Langer e colaboradores em 2019.

Dinossauro do Cretáceo (aprox. 65 Ma) de Salta, norte da Argentina. Descrito em 1980 por José Bonaparte e Jaime Powell e revisado em 2024 por equipe incluindo Rafael Delcourt.

Preguiça-gigante comum no Pleistoceno (aprox. 10.000 anos) do Brasil. Material da Bahia com dente caniniforme atavístico foi descrito por Daniel Casali, Gabriel Mestriner, Felipe Muniz e colaboradores em 2026.

Proboscídeo do grupo dos gonfotérios. Material da Lagoa de Dentro-PB foi usado para extração de peptídeos do esmalte, em trabalho de 2021 com participação de Max Langer. Reconstituição de Federico Ayub.

Rastros do Jurássico Inferior (aprox. 180 Ma) da Formação Etjo, Namíbia, descritos por Simone D’Orazi Porchetti e colaboradores em 2015.

Material oológico de jacarés, aves e tartarugas do Cretáceo (aprox. 70 Ma) do oeste de São Paulo e Triângulo Mineiro foram estudado por Júlio Marsola e colaboradores.

Dinossauro da linhagem dos sauropodomorfos do Triássico (aprox. 230 Ma) da região de Agudo-RS. Descrito por Max Langer, Jonathas Bittencourt e colaboradores em 2011.

Grupo de “tatus” de grande porte do Neógeno sul-americano. Anatomia de seus osteodermos revisada em 2025 com participação de Daniel Casali. Na imagem: Holmesina floridanus.

Um dos “Porcos do Mato” sul-americanos. Descrito por Estevan Eltink, Max Langer e Mariela Castro a partir de fósseis da Gruta Io-Iô, Quaternário da Chapada Diamantina, Bahia.

Tartaruga gigante da linhagem dos Pleurodira do Quaternário (aprox. 20 mil anos) de Rondônia. Descrito em 2024 por Gabriel Ferreira, Max Langer e colaboradores.

Tartaruga marinha da linhagem dos Pleurodira do Mioceno (aprox. 10 Ma) da Ilha Piram, Golfo de Khambhat, Índia. Redescrito por Gabriel Ferreira e colaboradores em 2018.

Dinossauriforme do Triássico (aprox. 230 Ma) de La Rioja, Argentina. Coletado na década de 60 por José Bonaparte, afinidade revisada em 2020 em trabalho faunístico com participação de Max Langer.

Crocodiliforme do grupo dos baurusuquídeos do Cretáceo (aprox. 80 Ma) do Pontal do Triângulo-MG. Coletado e descrito por Felipe Montefeltro, Max Langer e colaboradores entre 2008 e 2011.

Crustáceo do grupo dos Isopoda, procedente de rochas do Permiano (aprox. 280 Ma) de Rio Claro-SP. Descrito em 2021 com participação de Max Langer.

Uma das mais antigas tartarugas conhecidas, do Triássico Superior (aprox. 220 Ma) do sul da Alemanha. Neuroanatomia descrita por Gabriel Ferreira e colaboradores em 2018.

Arcossauriforme do grupo dos proterochampsídeos do Triássico (aprox. 230 Ma) de La Rioja, Argentina. Novos espécimes descritos em trabalho faunístico de 2020 com participação de Max Langer.

Dinossauro "prosaurópodo" do Jurássico Inferior (aprox. 200 Ma) da África do Sul. Anatomia descrita em 2017 por Blair McPhee, então pós-doc do PaleoLab.

Primeiro registro do grupo das Callipteridae no Brasil, procedente de rochad do Permiano Inferior (290 Ma) de Nova Iorque-MA. Descrito em 2014 por Roberto Iannuzzi e Max Langer.

O Sapo-Cururu. Fósseis (teto do crânio, na foto) procedentes do Pleistoceno de Tarija, Bolívia, foram descritos por Lucas Barcelos em 2020.